13 de julho de 2010

Piadas de Guerra dos Sexos

Namorados na Moita


Ramon e Nilzecléia passeavam de mãos dadas pelo parque da cidade. Enquanto caminhavam, o rapaz sentia que algo fica cada vez mais quente no meio de suas pernas e não era o joelho...

O desejo de Ramon aumentava enquanto caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Ramon já não agüenta mais de tesão e começa a agarrar a namorada.

No meio do amasso, Nilzecléia o interrompe, dizendo:

- Ai, amor! Pára, que eu quero fazer xixi!

Mesmo contrariado com o pedido, Ramon concorda:

- Tudo bem, Nilzecléia. Então vai ali, atrás daqueles arbustos.


Mas o safadão já não conseguia se controlar... Ele, nervoso e possuído pelo desejo, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas grossas de Nilzecléia.

Incapaz de se conter, Ramon segue seus instintos animais e estende o braço até tocar a perna de Nilzecléia. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até segurar algo grosso e quente, no meio das pernas dela!

Assustado, ele pergunta:
- Nilzecléia! Por Deus! Você mudou de sexo?

Ela responde, gemendo:
- Não! Mudei de idéia... Estou cagando!

Túdo é História


Familia Romanow

10 de julho de 2010

Shrek se despede das telas em aventura morna.

Quarto filme da série traz ogro domesticado em busca de suas origens

Para recuperar sua vida, Shrek terá que desfazer o feitiço do duende Rumpelstiltskin no quarto filme da série
Em sua primeira aventura, Shrek era um ogro que vivia tranquilamente em seu pântano, assustando de tempos em tempos os aldeões que com tochas e tridentes vinham importuná-lo.
Bastaram três animações para que ele casasse com uma princesa, se mudasse temporariamente para um castelo e tivesse que cuidar de seus três bebês ogros - além de autografar as tochas e tridentes dos mesmos aldeões que há anos o perseguiam.

É exatamente nesse contexto que tem início Shrek Para Sempre, provavelmente último filme da série que colocou a Dreamworks entre as grandes produtoras de animação digital. Domesticado e claramente entediado, Shrek surta após uma festa de aniversário tumultuada e, num momento de saudosismo, assina um contrato com o duende Rumpelstiltskin e acaba ganhando um dia de ogro solteiro em uma realidade paralela.
Obviamente Shrek foi ludibriado e agora precisa enfrentar o exército de bruxas comandado por Rumpelstiltskin para recuperar sua vida - aquela que ele havia rejeitado e que só agora passou a fazer algum sentido.
Apesar de conseguir surpreender a plateia com algumas mudanças, como a deplorável condição física do Gato de Botas, Shrek Para Sempre continua utilizando as mesmas fórmulas que consagraram a animação há quase dez anos e que, agora, não surtem mais o mesmo efeito.
Tanto o beijo por amor quanto a maldição de Fiona voltam à tona, e as referências ao mundo pop, como as canções famosas utilizadas pelo mercenário contratado pelo vilão, já não têm o mesmo impacto de antes. Em sua despedida Shrek mantém o mesmo ritmo de seus filmes anteriores, o que não necessariamente é ruim, mas não deixa de ser mais do mesmo.

ÍNDIA, AMOR E OUTRAS DELÍCIAS.

Filme...
O restaurante Taj pertence à família de Nina Shah (Shelley Cohn). Quando ele é parcialmente vendido, Nina junta forças com Bobbi (Ronny Jhutti), um drag queen de Bollywood, e com Lisa (Laura Fraser), que adquiriu metade do empreendimento.
A única saída será vencer o concurso de melhor comida indiana realizado na TV e o trio está disposto a encarar o desafio.
Ficha Técnica:
Titulo original: (Nina's Heavenly Delights) |
Lançamento: 2006 (Reino Unido) | Direção: Pratibha Parmar | Duração: 94 min | Gênero: Comédia

8 de julho de 2010

Dunga e seu exército Brancaleone.


Não poderia eu deixar de falar da Copa do mundo..Mesmo sendo contra!!rsss
Vamos falar do Dunga e de nossa "tão amada" seleção brasileira.
Não é o caso de se crucificar ninguém, mas que sirva de lição a todos inclusive ao povo, que como jogadores, entraram na toada de uma suposta Guerra onde não se admitia opiniões contrárias, e que, os críticos eram anti-brasileiros ou vendidos da Globo e da imprensa em geral.
Uma coisa é criticar, diga-se, justamente, monopólios, mas outra coisa é fechar os olhos ao fato de que muitos que criticam querem na verdade uma boquinha, ou até mesmo serem iguais a esses monopólios, vide Record do Bispo.
É briga de cachorro grande e nessa luta não tem Santo, aliás, nessa suposta Guerra, jogadores agiam como soldados alienados de Brancaleone, onde cada um defende seus próprios interesses. E por falar em Santo,
nessa "batalha" até Deus foi recrutado onde sequer Ele se meteria.
Importante lição numa história onde não há heróis, mocinhos, bandidos ou inimigos, mas que se se cega para tudo em nome de um nacionalismo fajuto que só dura uma Copa.
Nesse contexto fomos convidados a participar de um enorme número de absurdos, num processo de turbulência emocional que envolve o futebol, que é conduzido por quem está no comando e ganhando,
razão pela qual é aceito como verdade absoluta. E ai de quem ouse enxergar de outra forma.

Esquecem os vencedores de ontem , que eles próprios podem ser os suplantados de amanhã, ocasião que estarão sujeitos ao julgamento dos vencedores, pois assim sempre funcionou a História, escrita pelos que triunfam.
Porém, como nenhuma verdade é absoluta, nenhum triunfo é eterno.
No contexto do futebol em questão , Dunga nos trouxe até uma "aula" de História tradicional, em que tendo sua mãe - professora de História e Geografia - como exemplo, nos incitava a amar a pátria, conduta relacionada segundo o técnico ao de torcer pela seleção de futebol.
De fato o ser humano, ao contrário do que se tentou fazer nesse caso e, o que se tenta fazer em períodos das quase unanimidades, não é afeito a controles, pelo menos por infinito período de tempo.
Da mesma forma as circunstâncias da História não podem ser tuteladas indefinidamente, que o digam os
Impérios caídos, ícones convalescidos, generais indestrutíveis vencidos pelo tempo, por doenças ou pela arrogância. E não foi assim com a Roma, Alexandre e Napoleão?

No Brasil , essa ilação serve também de aviso aos que hoje pairam acima de qualquer suspeita, soberanos e
inatingíveis, sempre certos de saírem vencedores, de que a maré da vida e da História sempre pode mudar.

Dunga, não como pessoa, mas como personagem técnico da seleção de futebol, é reflexo de uma sociedade
que monta seus líderes, enquanto vencedores como intocáveis, inatingíveis na sua soberba, mas que estão em "guerras" e batalhas privadas onde prevalecem o interesse de poucos, no caso deles próprios.

O que se esquece no Brasil em épocas de Copa do Mundo, é que esta trata apenas de um esporte e não de uma nação, aliás, que não é povo. Não se trata, portanto, de uma guerra. O futebol hoje é uma questão de
particulares, de direitos e interesses privados, onde poucos recebem e muito bem, para fazê-lo.

Assim, enquanto o povo congela sua vida por uns poucos dias, os personagens dessa fábula patriótica, cartolas, jogadores e técnicos, retornarão aos seus afazeres, em sua maioria internacionais, ligados aos seus planos particulares e muito distantes da realidade desse povo que se veste de torcida e que é convocado como
exército de uma guerra que jamais existiu, para lutar por um exército de ficção, um exército de Brancaleone.


Branca!Branca!Branca! Dunga!Dunga!Dunga!
E o pior é que parece que podemos ouvir os jogadores, falando com o técnico:
E agora "professor"?




Obra de Referência:
Filme: “O INCRÍVEL EXÉRCITO DE BRANCALEONE” Título Original: (Lã?? Incredible Armata Brancaleone, ITA 1965), direção: Mário Monicelli; elenco:Vittorio Gassman, Gian Maria , Volonté,Catherine Spaak, duração:90 min., Look Filmes

5 de julho de 2010

Sempre ao seu Lado - O Filme.


(Hachiko: A Dog's Story, 2009) • Direção: Lasse Hallström
• Sinopse: Hachiko era um cão de rua abandonado, até ser adotado por um professor universitário. Os dois criam laços tão fortes que o cachorro o acompanha ao metrô quando ele sai para trabalhar, e volta para buscá-lo na hora de seu retorno. Um dia, o professor morre, e não mais retorna. Mas Hachiko não desiste. Durante nove anos, volta diariamente à estação, na esperança que seu dono apareça. Sua lealdade e perseverança acabam comovendo a todos que por ali transitam. Baseado na história real do cão Hachiko, em cuja homenagem foi construída uma estátua de bronze na estação Shibuya em Tóquio.



3 de julho de 2010

A História de Hachiko>

Hachiko era um cachorro Akita que passou a vida acompanhando seu dono nas suas idas e vindas. Todas as manhãs religiosamente acompanhava seu dono até a estação de trem de Shibuya, onde o homem embarcava para ir ao trabalho, e no final da tarde lá estava o fiel amigo Hachiko a espera do seu amado dono, esta rotina foi por muitos e muitos anos. Em uma determinada manhã lá se foi seu dono cumprir mais um dia de trabalho, no final da tarde , Hachiko como sempre fazia para esperar seu dono, esperou ,esperou e ele não chegou, mal sabia que seu dono no decorrer do dia durante o trabalho seu dono veio a falecer, mas como um fiel amigo ficou ali parado na porta da estação de trem de Shibuya a espera do seu dono, passava horas e dias e nada de seu dono retornar, por mais que amigos e populares levassem Hachiko embora, ele lá retornava e aguardava, e ali ficou até que um dia morreu, ali parado, no mesmo local onde deixou seu dono pela última vez e como fiel amigo ficou na espera do seu regresso o que não aconteceu ...
E hoje quem passa pela estação de Shibuya pode ver a estátua de Hachiko (que é também o nome de uma das saídas da estação) que foi esculpida em nome da amizade que uniu este cachorro e este homem, o local é o ponto de referência mais conhecido para quem quer marcar um encontro na saída da estação de Shibuya.

1 de julho de 2010

Melhor filme do Ano ..


Esse é sem duvidas o melhor filme do ano para mim..
Quase morri chorando!!

Pense um pouco!!

"O melhor dos mestres é o estudo. E a melhor das disciplinas é o trabalho" (Machado de Assis )